quarta-feira, 25 de março de 2015

A tecnologia na infância

Olá queridas(os),
Hoje vou falar sobre um assunto que, apesar de muito comum nos dias de hoje, ainda gera muita polêmica: A tecnologia na vida das crianças!
À cada dia que passa, torna-se mais comum ver crianças com seus celulares, tablets e etc. andando por aí, sem prestar atenção no resto do mundo. E cada dia que passa, a idade em que as crianças começam a utilizar essas tecnologias, diminui, o que na minha opinião é triste.
Aí, após ler essa primeira parte, você deve pensar: 'Ah, ela não deixa a filha ter contato com tecnologia.'
Mas muito pelo contrário.. Minha filha teve interesse e contato com tecnologia desde muito cedo, afinal, hoje em dia, é praticamente impossível manter uma criança distante de tudo isso. Mas acredito que pra tudo tem o tempo certo e pra tudo tem limites.
Minha filha tem 6 anos, sabe mexer melhor do que eu no meu próprio celular, sabe jogar um monte de joguinhos no computador e tem TV e DVD no quarto dela. 
Então, agora que você leu a primeira e a segunda parte do meu texto, deve estar me achando hipócrita, porque no início eu disse que achava triste crianças tão novas com tablets e afins, mas me deixa explicar uma coisa: Minha filha tem contato, tem um tempo determinado em que ela pode utilizar toda e qualquer tecnologia e não tem um celular próprio, como vejo muitas crianças da sala dela na escola terem.
Aí você pode pensar: 'Mas é questão de tempo, com uns 8 anos já vai ter tudo o que foi citado acima..'
Não, ela não vai ganhar um celular antes do quinto ano da escola (11 anos), que na minha opinião ainda é cedo, mas que após isso será necessário, pois ela estudará longe de casa. Tablet? Nem eu tenho, porque ela vai ter?? Computador? Ela só pode jogar aos sábados e porque é na casa do padrinho dela, e ele acha importante para o desenvolvimento dela nesse mundo tão tecnológico. E TV, sim, ela tem no quarto, e já tem desde uns 3 anos, e foi muito bom pro desenvolvimento dela, na minha opinião, pois ela aprendeu os números no controle da TV, melhor do que na creche e com os canais educativos, aprende ainda hoje, muita coisa. E até me ensina sobre espécies de animais, e algumas coisas que aprende com desenhos educativos.
Então, o que quero dizer com esse texto é que: Tecnologia em excesso e com liberdade demais, é ruim. Mas que tudo que tem limites é interessante e instrutivo!

Reitero que nesse blog constam minhas experiências e minhas opiniões. Se você discorda, comente. Acho muito interessante a troca de experiência, afinal ninguém é perfeito!

Tenham um resto de semana ótimo!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Nem todos os dias são fáceis.

Olá queridas(os),
Hoje vim falar de um assunto que é deixado de lado, quase sempre, quando se fala em maternidade..
Os dias ruins!
Eu não entendo o motivo de as pessoas só falarem das maravilhas da maternidade, e nunca preparar as novas mães para as dificuldades?!
E sim, a maternidade traz muitas coisas divinas, maravilhosas, mas nada na vida é perfeito, principalmente o tempo todo!
A primeira coisa que aprendemos é: Nossos planos, não devem ser nossos. Principalmente quando o assunto é gestação, parto, cuidados com bebês!
Ah, mas por que falar isso? Porque se tivessem dito tudo isso pra mim, eu teria sido uma mãe melhor, mais preparada para todas as dificuldades que enfrentei. À começar do meu parto, que foi uma experiência difícil.. Mas por que o meu foi tão ruim? Todos me diziam que o corpo sabia o que fazer, e que seria tudo maravilhoso?! 
E eu sei a resposta: Eu não estava preparada! Todos falavam que na hora eu saberia o que fazer, mas eu não sabia.
Mas o parto foi só uma das dificuldades. Depois veio a amamentação, que assim como no parto, todos diziam que era fácil, que eu saberia exatamente como fazer, quando fazer.. Mas o que? Como assim? Eu nunca havia cuidado de um bebê, tinha só 18 anos, a criança mais nova da família nasceu quando eu tinha 6 anos.. Mas não posso dizer que tive uma experiência 'ruim' com a amamentação, pois não tive, já que na maternidade aqui da minha cidade tem banco de leite e as enfermeiras foram muito cuidadosas e me ensinaram tudo direitinho.
Depois disso vieram as dificuldades para desmamar minha filha, pois eu já estava muito fraca e exausta para continuar. Ela tinha 1 ano e 3 meses na época, e acho que doeu muito mais em mim cortar aquela ligação, do que nela, que nem pediu mais..
E com o crescimento, o passar dos anos, as dificuldades naturais da infância, birras, manhas, problemas de saúde.. E sei que conforme ela cresce, novas dificuldades virão.

Mas o que quero passar com esse post, é que:
Dias ruins são normais. Não é porque somos mães, que não teremos mais TPM, cólicas, dores de cabeça. Não é porque somos mãe, que não ficaremos mais doentes. Aliás, há situações inusitadas na maternidade.. Eu passei por uma quando minha filha tinha 3 anos e ia para a creche, e pegou piolho. Não por ela ter pego, pois acontece.. Mas o inusitado foi que, ela pegou, passou pra mim, e eu fiquei cheia de piolhos e ela não.
Mas esses dias passam, e depois disso, rimos deles, como se não tivessem sido conosco.
E apesar desses dias, a maternidade continuará linda, e amaremos cada dia mais nossos pequenos!

Tenham uma quinta-feira ótima!


quarta-feira, 11 de março de 2015

Exercícios: Bom para o corpo e mente!

Olá queridas(os),
Hoje vou falar de um assunto que andava meio esquecido na minha rotina: Exercícios físicos!
Sim, eu não pratico exercícios desde antes de gravidez, o que já tem no mínimo uns 6 anos e meio, portanto, eu mesma me pergunto: Quem sou eu pra falar no assunto?!
Mas com a aproximação do meu reinício na academia, resolvi conversar um pouco sobre isso, pois sei dos benefícios, tanto para a saúde física, quanto mental, afinal quem sempre me indicou a prática, seja de qual fosse o tipo de exercícios, foi meu neurologista! "Mas porque você se consulta com um neuro?" Então, desde muito novinha, uns 10 ou 11 anos, eu me descobri com enxaqueca, daquelas muito fortes, que causavam ânsia de vômito, desmaios e total falta de concentração, afinal quem se concentra sem conseguir abrir os olhos devido ao tamanho da dor?!
Quando fui, pela primeira vez no neuro, já com pré diagnóstico de enxaqueca, o primeiro tratamento indicado não foi medicamentoso, como eu esperava. O que ele me disse, na lata, assim que eu reclamei das dores foi: 'Você costuma praticar algum exercício?' E é claro que não entendi nada, mas ele explicou: 'A prática de exercícios, melhora os quadros de enxaqueca em cerca de 89% dos casos mais graves.' Ok.
Se fui surpreendida com essa taxa altíssima de melhora? Claro que sim.
Então a próxima questão era: Qual o exercício ideal para o meu caso?
E a resposta foi: 'Qualquer exercício vai te fazer bem, mas os relacionados à artes marciais, yoga e pilates podem ajudar mais se feitos com mais frequência.'
Ok, na época corri para fazer Yoga, e fiz até pouco depois de descobrir a gravidez, quando minha instrutora disse que eu deveria parar até o terceiro mês e eu nunca mais voltei.. 
Então, minha gestação passou, minha filha já está com 6 anos, e minhas crises de enxaqueca, ansiedade e depressão leve, começaram à dar as caras novamente. Já não sabia o que fazer, pois não queria me entupir de remédios, quando minha ginecologista me sugeriu: 'Mas porque você não volta à praticar exercícios?'
E que bom que ela sugeriu isso.. Em uma semana conversei com meu esposo, ajeitei o orçamento familiar, me matriculei na atividade que eu achei melhor pra mim e amanhã começo a academia.
E sabem de uma coisa? Me sinto melhor só de ter mais essa distração, de poder cuidar um pouco mais de mim, da minha saúde e do meu corpo, afinal, qual mulher não quer estar bonita e bem cuidada?! E até a ansiedade, que me faz tão mal e mexe tanto com meu sistema nervoso, já está melhorando, isso que até o momento estou só fazendo caminhadas..

Abaixo, alguns benefícios da atividade física:

Aqui estão alguns benefícios da prática regular de atividade física:
  • Contribui para o bom funcionamento dos órgãos, principalmente o coração.
  • Contribui para o bom funcionamento do intestino.
  • Diminui a ansiedade, o estresse e a depressão.
  • Melhora o humor e a auto-estima.
  • Ajuda na prevenção e no controle de doenças cardiovasculares, diabetes melito, hipertensão arterial, osteoporose e problemas respiratórios.
  • Contribui para o funcionamento normal dos mecanismos cerebrais de controle de apetite, de modo a trazer um equilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia.
Aliada ao consumo reduzido dos alimentos, aumenta a perda de gordura e melhora a sua distribuição corporal. Também aumenta a massa magra corporal (músculos).     
Fonte: http://www.telessaude.uerj.br/

Então, bora cuidar da saúde? Nosso corpo e mente agradecem!

sábado, 7 de março de 2015

Como é bom ler!

Olá leitores (as)!

Hoje, vou escrever um pouco sobre um hábito que acho muito válido e importante, e que devemos ter e passá-los aos nossos filhos: A Leitura.
Quando lemos, expandimos nossos horizontes, damos asas à imaginação e à criatividade que há em todos nós.
Eu sempre fui uma amante de literatura, sempre li muito. Hoje em dia, acho até que estou muito relapsa quanto à isso, mas mesmo assim estou educando e dando esse hábito para minha filha (que ainda nem sabe ler).
"Ah, mas como você faz isso, se ela ainda nem sabe ler?"
Então.. Desde que ela era bebê, bem pequenina, eu já lia para ela. Histórias pequenas e muito coloridas, que prendiam a atenção daqueles olhinhos curiosos. E com o tempo, conforme ela foi crescendo, e quando eu passava algum tempo sem ler nada pra ela, ela começou à cobrar e pedir, para que eu lesse.
Hoje temos uma coleção imensa de livrinhos infantis, de vários tipos, cores, diferentes histórias e segmentos.. Claro que sempre tem os preferidos, e os dela são 3. A Pequena Sereia, O Livro das Fadas e o livro Jesus para Crianças.

Além de ser uma delícia passar esse tempinho junto dela, contar as histórias, rir, brincar, ainda saber que estou à educando e dando uma dose de cultura, é maravilhoso..

Para quem não tem esse hábito e não sabe como fazer para inseri-lo no dia-a-dia? Faça como nós, vá um dia passear no shopping, uma livraria, ou em algum lugar que tenha várias opções de livros e deixe seu filho(a) andar, desbravar e vá perguntando o que o interessa. Compre dois ou três livros, para ter opções (no caso de ele não gostar da história) e comece à ler antes da hora de dormir, ou em um momento em que a criança está mais tranquila e atenta. E vamos encher nossos pequenos de cultura e bons hábitos!

quinta-feira, 5 de março de 2015

Da descoberta da minha gestação..

Olá queridas (os),
Hoje resolvi contar à vocês um pouco mais sobre a minha gestação.
Como já disse em outro post, descobri a gravidez quando ainda tinha 17 anos, na verdade, estava prestes à completar 18, mas ainda sim era muito nova.
Eu engravidei tomando anticoncepcional, então até hoje não consigo confiar na eficácia da pílula.. 
Já namorava há 2 anos e meio com meu atual esposo, nossa relação era (ainda é) firme e séria e mesmo assim a descoberta foi um choque.
Na pausa de uma cartela de anticoncepcional para outra, minha menstruação normalmente descia em 3 ou 4 dias, mas já haviam passado mais de 10 e nada. Eu sentia cólicas, e dizia para mim mesma que era só um atraso, nada demais, mas nunca tinha atrasado.. Foi quando minha mãe (que comprava minhas pílulas) me perguntou o motivo de eu ainda não ter pedido para ela comprar a nova cartela. E eu contei que estava um pouco atrasada, mas logo desceria, pois eu sentia bastante cólicas, mas então eu reclamei de uma dor diferente.. Eu sentia dor nos seios, coisa que nunca havia sentido antes, era como se eles estivessem quentes e esquentando ainda mais, e quando contei isso à ela, já me veio a frase convicta: 'Você está grávida!'
Eu não aceitava, dizia pra ela que não, que era só um atraso, nada demais. Que logo desceria, que ela já podia comprar a cartela nova.. E ela disse para comprarmos um teste de gravidez. Era sexta-feira  à noite, fui dormir na casa do namorado e no sábado pela manhã compramos o teste, fui pra casa e fiz. Mas não me convenci com o resultado, já que a segunda linha ficou fraca.
Na segunda-feira, antes de ir para o trabalho, minha mãe me levou a laboratório para o exame de sangue. Às 14hs saiu o resultado: POSITIVO!Fiquei assustada, com medo, mas feliz, apesar de toda incerteza.
Era estagiária e depois de algumas semanas, minha chefe me demitiu, já que meu contrato havia terminado. Mas continuei estudando.
Não tive enjoos, o que facilitava muito minha vida, mas passava o dia inteiro dormindo. O sono era absurdo! 
Demorei muito para digerir todas as novidades. Como descobri com quase 8 semanas, só iniciei o pré natal com 12 semanas. Mas fiz todos os exames, ultrassons e acompanhamentos necessários.
Quando contei ao meu namorado, a reação dele foi meio, ou muito estranha.. Aliás, não teve muita reação, ele simplesmente disse: "Tá bom." E dois meses depois ele foi morar comigo.
Foi difícil, pois eu era muito nova, inexperiente e despreparada. Mas aprendi com cada novidade, cada fase. Não foi fácil, mas a recompensa valeu cada noite mal dormida, cada dor, cada susto!

Por enquanto é isso. Logo volto para contar como foi a gestação e muito mais.
Obrigada por ler e volte sempre!



quarta-feira, 4 de março de 2015

Mãe precoce.

Acho que tudo na minha vida foi precoce.
Aos 9 anos, já sabia cozinhar, limpar, cuidar da casa. Com 15 estava começando meu primeiro relacionamento sério, que de tão sério tornou-se casamento e já dura quase 10 anos.
E como tudo na minha vida foi precoce, aos 17 descobri a gravidez e aos 18 dei a luz à minha linda princesa, que nasceu forte e saudável.
Quando descobri a gravidez, estava no último ano do ensino médio, e passei toda a gestação estudando. E a escola é o lugar ideal para comentários maldosos e perguntas sem cabimento.. Todos os dias da minha gravidez tive que lidar com questões do tipo: "Por que não se cuidou?", "Pensou em abortar?", "Vai casar com o pai do bebê?". Dentre tantas outras. Mas naquela época, eu não sabia como me livrar dessas questões indesejadas, e com os hormônios à flor da pele, não era sempre que eu estava com paciência. Ainda bem que tudo passou rápido.
Apesar de ser tão nova, sempre fui muito consciente, inclusive dos meus erros. E se pudesse dar um conselho à mim mesma naquela época, seria: "Se cuida, porque tudo tem hora certa. Aproveita essa fase, porque tu vai crescer e ver tudo que deixou pra trás por pular as fases."
Ainda bem que tive a sorte de ter uma família maravilhosa que me apoiou muito, um companheiro que se dedicou totalmente à família que estávamos construindo e a família dele que nos apoiou muito. Mas nem todo mundo tem essa sorte de engravidar e ter apoio, de engravidar e não pegar uma DST, de ter um parceiro fiel..
Hoje percebo que tudo que passei, serviu de aprendizado. Me tornei uma pessoa muito melhor depois da minha filha, cresci e aprendi muito com ela e meu esposo, mas ainda tenho que crescer e melhorar muito mais. Tenho que aprender à ser mais paciente, calma e serena.

Agora pergunto: Com quantos anos você se tornou mãe?
O que aprendeu nesse maravilhoso universo da maternidade?

Deixe seu comentário, vamos trocar experiências!

E quando os pequenos ficam doentes?!

Quando nos tornamos mães, não ganhamos nenhum manual de instruções, mas todas temos INSTINTO. E é com esse instinto que aprendemos praticamente tudo.. 
Aprendemos à cuidar, entender e mais ainda, amar.
E o amor que aprendemos com os filhos, é um amor tão inexplicável, que só quem sente sabe!
Mas além disso, temos que aprender muito mais.. Temos que aprender a entender os choros, a lidar com os probleminhas de saúde, porque bebês não tem imunidade ao nascer.. Porque toda criança, por mais bem cuidada, fica doente, é natural.
Mas difícil é quando eles vão dormir super bem e amanhecem o dia com uma dor inexplicada, uma febre sem sentido..
E toda mãe é igual (ao menos, todas que conheço) prefere sentir toda dor do mundo, a ver seu pequeno doente..
Mas são coisas da vida, não é mesmo? Temos que nos adaptar e aprender à lidar, pois com crianças, sempre há situações adversas..

Falando sobre hoje: Minha pequena amanheceu quente, mas ainda não tinha febre, mas eu conheço bem ela e sabia que havia algo de errado. Após o papai sair para trabalhar, levei ela pra minha cama e deixei dormir até o horário que ela dorme normalmente. Ao acordar ela veio para a sala, sentou-se ao meu lado, mas manteve silêncio. Já estranhei, pois normalmente ela acorda tagarelando. Então ela foi para o quarto dela e deitou-se novamente, logo em seguida me chamou e reclamou de dor de cabeça. Já imaginei que fosse febre, medi a temperatura e não estava nada demais, só um pouco febril, mediquei e me mantive alerta para mais sintomas. 
Mas nem sempre faço isso, febre é um sintoma que não dá pra brincar. Quando tem febre acima de 38ºC é sinal de alguma inflamação ou infecção, por isso o ideal é procurar um pediatra ( seja o de costume ou um pronto socorro). Por enquanto, acredito que esse início de febre nela, é devido à um leve resfriado, já que o nariz está escorrendo e ela está congestionada.

Bom, por hoje é isso. Tenham um ótimo resto de quarta-feira!